Feliz ano velho

Agora temos, mais ou menos, 24 graus e céu nublado, com chuvisco (aquele que eu amo absurdos)

Estou de férias há algum tempo, cerca de um mês e meio, e posso quase dizer que estou entediada, mas eu sempre acabo achando o que fazer. (Tipo, maratona de 500 horas de Netflix)

Quando chega o final do ano, eu sempre meio que acabo fazendo aquela retrospectiva mental, fico pensando em cada pessoa que eu conheci, cada amigo que eu reencontrei, cada momento, história, dia, aula, etc etc etc, fico fazendo a avaliação do meu ano e, por mais cheio de altos e baixos (essa sou eu), acabo sempre concluindo que foi um ano maravilhoso, sabe? Não tenho nada o que reclamar, nada. Eu aprendi várias coisas esse ano, conheci gente incrível, não consegui completar toda minha lista de metas, mas ainda sim fiz completei vários dos meus objetivos, treinei francês, inglês, aprendi várias palavras em alemão, consegui definir um foco na minha vida, aprendi algumas variações do ballet, melhorei minha flexibilidade e, acima de tudo, fui muito feliz.

Vendo todo meu 2015 desse jeito, tudo o que eu posso fazer é sorrir e olhar para o meu futuro, que está logo aí. Ah, eu terminei o ensino médio esse ano, o que me faz agora uma pessoa formada, e logo, logo na faculdade, estudando o que eu quero, fazendo minha carreira. Esse ano foi sensacional, Lizzie. Claro que teve dias que eu queria mofar na minha cama, dormindo, a ter que estudar física ou sei lá, levantar da cama e ir para a aula, mas eu sou meio que positiva pra isso e, por mais distante e clichê que isso pareça, ao mesmo tempo extremamente real e palpável, muitas pessoas no mundo não podem ir para a escola, muitas não tem condições, muitas sofrem ameaças, muitas são mortas se tentarem, já pensou nisso? Quem sou eu para ter preguiça de ir lá e assistir aula? Aí eu definitivamente crio vergonha na cara e vou viver, com toda liberdade que possuo.

Go find yourself

Eu queria contar cada história, cada dia memorável, cada risada, cada motivo, cada pensamento bom que eu tive, mas isso seria longo demais, pode ter certeza.

Hoje eu acordei com vontade de mudar o mundo. É uma sensação maravilhosa. Mas, por menos que eu possa fazer, eu decidi fazer meu dia melhor, um pouco de atitude. Arrumei minhas coisas, passei aspirador na casa, li uns capítulos de um livro, escrevi esse post, fiz várias coisas que eu tinha que fazer há um tempo e cultivei essa sensação, para que eu possa fazer mais, para mim e para outros, durante vários dias. Hoje eu não mudei o mundo, nem amanhã mudarei, mas sabe de uma coisa? Grandes ações vem das pequenas atitudes e, mesmo não tendo posto meu nariz para fora de casa hoje, eu quero me organizar para depois sair e fazer pequenas grandes atitudes. Fazer outras pessoas felizes, do coração e da alma.

Felicidade é relativa, Lizzie. E, nesse ano novo, tudo o que eu mais queria é que cada um encontrasse a sua alegria, sua felicidade, porque não há nada melhor que isso. Ser feliz é impagável e inestimável. Feliz 2016, eu te desejo toda felicidade!

Com todo carinho,

Arissa Ayumi

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